“O exercício de matemática” – Com Gabriela Leal – Ep. 6: Missão Encantamento Podcast

No ar “O exercício de matemática” mais um episódio de “Missão Encantamento”, um podcast sobre uma educação com brilho nos olhos. Essa história que aconteceu com Gabriela Leal: contadora, professora de matemática e jogadora de futebol, que adora ler ler e jogar board games.

Este podcast é idealizado, dirigido e editado por Varlei Xavier. Você também pode enviar sua história de encantamento. Para saber mais, entre em contato pelo e-mail prof.varleixavier@gmail.com. Ajude a divulgar essa iniciativa compartilhando essa história com seus amigos.

Beijo na testa e até o próximo episódio.

“O nome da Torta” com Thatu Nunes – Podcast Missão Encantamento Ep.4

NO AR!

Mais um episódio de “Missão Encantamento”, um podcast com histórias de uma educação com brilho nos olhos. O nome da Torta”, foi uma história contada pela Thatu Nunes, criadora de conteúdo, influenciadora digital e autora do blog “Mãe de Adolescente”.
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Beijo na testa e até o próximo episódio.

Trilha Sonora: Chad Crouch
Album: Bird Watching: Piano Preludes


Bird Watching: Piano Preludesby Chad Crouch is licensed under a Attribution-NonCommercial 3.0 International License.

Outro encontro com Luíza – Episódio 3 – Temporada 2 – Missão Encantamento

NO AR, o terceiro episódio da Segunda Temporada de “Missão Encantamento”, um podcast com brilho nos olhos.

Episódio de hoje. “Outro encontro com Luíza” com Mauro Fantini

Essa foi uma história que aconteceu com Mario Fantini, um educador multipotencial. Ele é biomédico, palhaço, professor do Centro Universitário São Camilo, criador do Podcast Nota 6, do Potências de Conexão e do Narizes de Plantão, um projeto que capacita estudantes universitários para atuarem como palhaços de hospital.

Este podcast é idealizado, dirigido e editado por Varlei Xavier. Você também pode enviar sua história de encantamento. Para saber mais, entre em contato pelo e-mail prof.varleixavier@gmail.com. Compartilhe essa história com seus amigos!

O negócio é mais embaixo – MBI UFScar – Ep. 3 – Megatrends

O post anterior teve uma repercussão tão bacana entre a turma e os professores que me sinto mais animado ainda para escrever este, ao mesmo tempo que sobe a minha responsabilidade. Durante a aula, a Andressa me disse: “Já estou ansiosa para ler seu blog…”. Então, bora lá fazer acontecer.

Logo durante o café, ouvi da Thaís: “Algumas palavras do gênero masculino estarão no feminino e vice-versa.” Fiquei um pouco intrigado, mas decidi não fazer perguntas. Conversei com algumas pessoas durante a dinâmica do crachá, com a Carol, o Pedro e a Ju, e falamos sobre filmes legais, filmes para chorar e filmes “amorzinho. Como sempre, com um erguer de mãos, o Zare fez aquela apresentação inicial dando a ordem do dia. Logo professor assumiu a turma. Olha só o background dele. Peter Kronstrøm, o “mensageiro do apocalipse”. Calma! Refiro-me a apocalipse aqui no sentido de REVELAÇÃO, porque o conteúdo que ele trouxe foi bastante “revelador”

Diretor do Instituto de Estudos Futuros de Copenhague na América Latina e fundador do Future Lounge ™. Ele possui MBA Internacional e é membro do conselho consultivo do Consulado Geral Dinamarquês e Centro de Inovação da Dinamarca, em São Paulo.

Ou seja, professor gringo na área. Mas como alguém na sala disse e eu concordo, nunca vi um dinamarquês tão brasileiro. Ele fala 6 línguas. Pude vê-lo falando ao menos três delas ao mesmo tempo, já que ele mistura um sotaque nórdico com português inglês e espanhol. Além disso, Peter tem uma voz rouca que logo me remeteu a algum personagem. Acho que isso vai virar regra. Toda semana a turma vai ficar esperando eu dizer quem essa pessoa me lembra.

Pois logo descobri: sua rouquidão vocal, seu sotaque e sua mensagem me remetiam à figura do icônico INRI CRISTO!

Vale dizer que Peter em nenhum momento disse: Ó, PHOAAAAIIII! Mas uma vez que fiz essa associação, não havia nada nele que não me fizesse buscar uma relação com este personagem.

O tema da aula era MEGATRENDS, Megatendências mundiais que nos ajudam a perceber futuros possíveis, explicando de forma bastante rasa. Eu poderia fazer um post gigante, ou até uma série deles, explicando o que entendi sobre cada uma dessas megatrends e o impacto dela em nossa vida, nosso trabalho e nossa relação com o mundo. Mas creio que isso acrescentaria pouco, principalmente a mim e a meus colegas de turma. De modo seguirei hoje um caminho mais ficcional. Para que fiquem claras quais são as tendências, contudo, apresento esta imagem com as 14 Megatendências Mundiais, de acordo com o Instituto onde o Peter trabalha.

Nunca me diverti tanto numa aula. Mas muitas vezes, enquanto era apresentados aos conceitos, fui colocado diante de um sentimento de perplexidade em relação a coisas que já estão acontecendo ou que tendem a acontecer nos próximos anos. A sensação era de que eu estava num episódio de Black Mirror. Este será, portanto, o conceito deste registro.

ISSO É MUITO BLACK MIRROR – Episódio Megatrends e Megatretas (peguei emprestado do pessoal que gravou o piloto do podcast)

Black Mirror não é Black Mirror sem a abertora clássica. Segue, portando a minha versão. Dê play e, depois dela, nosso episódio começa!


Olá, minha nome é INRI PETER, eu soy una cidadão do mundo. Vivo na ano de 2050. Se você me pergunta o que acontece no meu epóca, de forma resumido eu diria apenas um frase: SEGURA A PERUCA! O futuro é incerto e a correto é falar na plural porque futuro non egziste. O que egziste son muitas futuros.

Eu sei que muito gente vai pergunta se existe carro voador. Se eu ganhasse um real por vez que me perguntou isso, eu ficavo, como fala? É… cheio do bufunfa! Acho que é assim que vocês fala, no? Eu gosta de falar de dinero porque que soy mucho pal duro… Sorry, quiero dizer pão duro. Já fiz esta piada muchas vezes.

Antes de eu conta sobre o meu munda, faço uma pedido: Treina seu olhar pra ver onde a futuro já está acontecendo. E para falar sobre o que está acontecendo no meu epôca, eu fala de cara que sim, ainda tem muitas problemas. As mendigos, por exemplo, só viajam para fora do país uma vez por ano.

O grande parte dos mil empresas mais fomosos e lucrativos da mundo surgiram há menos de dois anos. Eu, por exempla, sou dona de uma delas, a OLDEX, uma unicórnio da ramo do  economia do experiência, que oferece a pessoas de 60 a 140 anos, vivências sensoriais inesquecívels. Falando de forma claro, o meu empresa é do ramo de “putaria para idosos”. Através de carros autônomas, nós conectamos senhoras e senhores num experiência erótico dentro de carros autônomas. Nós criamos uma algoritmo que conecta o carro certo a preferência sexual da cliente, por meio de um tecida implantado no cérebro da cliente, que é re… re… renumerado por isso. Com a dinheiro do implantação e da colheita dos dados enviados pelo pessoa, podemos resolver o problema de ir no supermercado, dos mulheres comprarem absorvente, além de gerar créditos para o pessoa, que podem ser trocadas por experiências de putaria em nossos carros autônomas, que de manhã funcionam como veículos de putaria e de noite funcionam como escolas em movimenta para jovens que não dormem ceda. Aliás, no minha mundo, o manhã é das idosos e a noite é dos crianças. Isso tem sido um problema atual discutido por várias empresas de saúde: “como reduzir o insônia de crianças e jovens?”, principalmente as chineses que ganham o vida comendo comida e postando no youtube.

Outro coisa importante em nossa mundo é que um pessoa empreende no mínima 15 vezes durante o vida com negócias diferentes. Um negocia é criada, supri um necessidade e rapidamente quebra ou se transforma num outro cosa, porque vivemos num mundo de extremo aceleração, no?. Os negócias também encontram parceiras em todo a mundo, porque vivemos num sociedade de rede, onde tudo é conectada. Por isso mesmo, também é muito guerra de informação, que é extremamente polarizado. Eu já tive, por exemplo, um empresa que fazia mediação de conflitos de família que aconteciam em grupos de whatsapp. Mas a negócio quebrou quando as celulares deixaram de existir por conta da instalação da tecido dentro do cérebro que conecta os pessoas automaticamente

Um das grandes problema grande desse época é que tudo muda tão rápida que você às vezes só descobre quando mudou. Por exemplo, fizemos um repaginação da figura da Moisés, e colocamos os 10 mandamentos numa tela touch screen e não num pedra. Mas essa negócio deu errado porque no hora que lançamos a produto já não tinha mais tela touch screen porque estava ultrapassado.

Mas a maior de todos os nossos dificuldades é como estar siempre criando experiências que acabem o tédia porque o ser humano hoje enche a saco de tudo muito rápida e como já tem gente de mais de 100 anas, a gente precisa mucho encontra muitas formas de entretenimenta. Já existe, por exempla, o pessoa que nunca vai morrer. O nome dela é Nadim Maluf e ela criou um exocorpo para onde transferiu seu mente. A único problema é que ela fica muito entendiado. Este projeta foi desenvolvida por ela durante uma coisa que existia na passado, uma cursa de pós graduação em inovação na Brasil. O projeta foi descontinuada depois que Nadim, que foi objeta de estudo de seu próprio projeta disse que não há mais prazer no vida desde que trocou seu exocorpo por seu corpo natural. Ela não sente nem mais prazer de beber com as amigos. Ela fez aniversário semana passada, saiu para beber e só ficava falando de quando teve a ideia dessa exocorpo, numa dia que saiu para beber e gravou uma podcast com os amigas. Ela mandou até um foto dessa dia inesquecível.Hoje ela diz que preferia morrer a não sentir a prazer do bebedeira. Olha só a momento dele com o turma, que coisa bonito!

Dá também para ouvir a voz dela, durante o gravação teste de um episódia que podcast, o mesma podcast onde mais tarde foi anunciada o exocorpo em seu projeto de finalização de cursa.

 

Neste momenta, nossa desafio é tirá-lo da tédio e estamos investindo muito dinero nesta solução.Este solução é nossa maior desafio porque nos obriga a trabalhar todos o megatrends ao mesma tempo.  

Agora eu vou pedir licença porque tenho que atender clientes do Copan, que querem transformar aquela prédio na maior centro de putaria para idosas do mundo. Quem sabe dessa jeito Nadim não saia da Tédio eterno.

Por favor, alguém fêcha luz para eu começar o reunião!

 

MBI UFScar -“O negócio é mais embaixo – Ep 2. Convivência Produtiva

Continuo minha experiência de buscar uma forma divertida de registrar a aula. Lembrando que isso aqui está bem longe de querer ser um registro acadêmico. É só uma forma de eu buscar registrar as informações e aproveitar melhor o que é apresentado em aula.

Bora lá para o segundo registro:

Tudo bom? Não… Eu estava na pós…

É… segunda aula só, mas muita coisa legal, sabe quando a coisa vem na coisa certa?

Não… Foram duas professoras, a Lourdes e a Vânia.

A Lourdes pra mim é uma Griô, já a Vânia… como é que eu explico? Sabe aqueles filmes, tipo “Nosso Lar”? Ela parece uma personagem saída de um filme desses…

Convivência Produtiva. Sim, na pós. É… um MBA, na verdade MBI…

É que elas acreditam, e eu também, que numa sala de aula a agente pode fazer mais do que a convenção pede, sabe?

Sim. Virou um mantra pra mim. Vontade de colocar isso num quadro. Mostrar para os professores que eu conheço.

Ela disse que não se sente trabalhando e vivendo a própria vida…

É… Mais um…

Então.. uma das coisas importantes desenvolvidas na aula, tinha até uma leitura prévia que dizia que numa conversação, a gente não pode…

….

Na verdade, não…  Eu ia dizer que não deve ficar interrompendo as pessoas…

Mais ou menos…

Uma coisa muito legal que elas fizeram logo no começo da aula foi “negociar a intenção”

Elas apresentaram as intenções delas com as aulas e perguntaram quais eram as nossas. Dizendo que se fosse diferente…

Na verdade, não… elas disseram que se fossem diferentes, nós íamos precisar negociar, para chegar num acordo

Porque o que elas fazem, quer dizer, como elas acreditam, aquilo não é um trabalho, sabe? É uma causa.

Eu me identifiquei bastante. Também acho que trabalho por uma causa.

Elas também apresentaram uma tecnologia poderosíssima logo no começo da aula, porque isso tudo é só introdução. Elas apresentaram para a gente….

Na verdade, não… elas falaram sobre a importância do círculo. E pediram para que montássemos um. Igual nas aulas de teatro, é!

O que elas fazem, e o que elas fizeram foi abrir o fluxo para que os saberes entre nós, da turma, se conectassem. E na segunda aula, eu já me senti mais conectado com o pessoal mesmo.

Não… a primeira aula foi como olhar para dentro, olhar bastante para dentro. Essa aula de agora, a gente começou olhar para fora. Tipo aquele texto do…

Na verdade não… Eu ia falar do texto do “Olho atravessado”, que tem no “Mistérios da Educação”, que eu…

Sim… Para mim é a bíblia da educação pelo encantamento.

Tinha um vídeo de uma criança tomando o primeiro banho da vida. Uma doula, amiga delas que dava. E era uma sensação de aconchego tão grande, não parecia que eram coisas separadas. O bebê, a água, a mão da doula…

Para mostrar que o cuidado é a mãe da vida.

Falando assim, sem você ter vivido, talvez fique complicado de entender, mas é mais ou menos assim: “O que você leva para uma festa?”

Então. É isso. É o valor…

É… porque a gente só consegue levar o que a gente quiser buscar, segundo elas. E eu também acredito. Por isso é que na educação eu sou a pessoa que sempre bate na tecla de que é preciso ouvir os alunos e sempre falo aquela frase que “Educar não é encher baldes; é acender fogueiras…”

Lógico! Super acessa! As duas são maravilhosas!

Foi por isso que elas falaram sobre o “valor”; entende agora?

Porque é ele que sustenta o diálogo. Mas o diálogo de verdade.

É porque tem lugar em que isso não acontece. Por exemplo, já entrou numa reunião com seu chefe e trocou muitas ideias? Você entrou com as suas e saiu com as dele?

Sim… Porque diálogo nem sempre é estar frente á frente…

Na verdade, não… Deixa eu te dar um exemplo. Fica de pé.

Isso…

Agora, fica na minha frente, mas de costas pra mim…

É… de costas…

Percebe que eu não estou conseguindo ver o que você está vendo? No diálogo, eu preciso me esforçar para enxergar da forma que você enxerga. Porque aí…

Na verdade, não… é que não interromper é dar a oportunidade para que o outro diga. Aí é mais fácil enxergar pela perspectiva da pessoa, entende?

Sim, a pergunta é importante. E uma boa pergunta é parte da transformação.

É, porque na “Convivência Produtiva”, é muito importante pensar “Como é que eu posso ser o agente para que este espaço seja cada vez melhor?”

Eu nem lembro se foi antes ou depois do almoço. Sei que na hora do almoço eu comi um negócio muito bom. Chamava Bitoque…

Na verdade, não… Era um bife com ovo. Mas era um senhor bife, com um ovo muito bem feito. E um molho por baixo que até agora não sei explicar o que tinha, mas que era muito bom.

Uma colega de turma não suportava ovo. Ela comeu um bacalhau… que eu é que não suporto. Mas o prato estava bonito.

Foi… foi salgado. Um bife com ovo, sem arroz e com batata rústica, foi 50 reais, acredita?

Na verdade, não… É aquele tipo de comida pra comer sem muita fome.

O Vitor, um colega da turma, falou que ia ficar com fome, mas uma outra colega comeu só metade e ele pediu pra comer o restante.

Ele é que tá certo. Ia deixar desperdiçar?

Assim que voltamos, descobri um site muito legal. Chama menti.com….

Na verdade, não…Sabe aquelas nuvens de palavras?

Isso, mas aparece em tempo real. Assim que a pessoa digita.

Tinha umas perguntas sobre a gente as respostas iam aparecendo. Aí rolava uma curiosidade com certas respostas ou empatia quando as respostas eram iguais, porque palavras repetidas iam ficando maiores.

Nessa hora, o papo já fluía mais fácil entre a turma, começou a emergir uma necessidade de conexão, sabe?

Foi. E o desafio era o seguinte: ouvir o outro…

Na verdade, não… Ouvir sem interromper.

Uma das conclusões a que chegamos, era que muitas vezes, mesmo não interrompendo a fala, interrompemos nosso interlocutor mentalmente. A gente tece julgamentos, tenta antecipar o que o outro diz…

Estava fazendo sim… Mais ou menos. Mas tudo bem. É um desafio. Depois de descobrir isso, você também vai tentar se policiar.

Também fomos apresentados ao tema da Macrotransição, que é o momento que estamos vivendo.

Eu explico: é uma mudança profunda, abrangente e irreversível que ocorre em todos os níveis e sistemas. A humanidade já havia passado por três. Essa é a quarta.

Nós fizemos exatamente isso. Divididos em grupos, discutimos e apresentamos características, desafios e oportunidades desta macrotransição numa obra de arte.

E como você representaria artisticamente este mundo em que estamos.

Porque nós somos o que somos, no contexto que vivemos.

Bom, no final, eu lembrei da aula anterior, quando eu disse que “Eu levava mais ingredientes para fazer um bolo mais gostoso.”; Quando elas pediram para dizer o que nós esperávamos da aula, disse que gostaria de sair dela com ferramentas. Acabei descobrindo que as ferramentas que eu fui buscar, eram minhas próprias mãos. E que “a receita do bolo, não é o bolo”. Por isso, eu preciso ir para o mundo, usar minhas mãos e fazer o melhor bolo que eu puder agora.

Eu vou descer em Mauá. A gente se vê por aí!